"Fiz o que achei correto": Vigilante que denunciou maus-tratos ao cão Orelha quebra o silêncio após ataques

O vigilante responsável por denunciar o caso do cão Orelha — animal morto após ser brutalmente agredido por adolescentes em Santa Catarina — manifestou-se publicamente após tornar-se alvo de uma onda de hostilidades na internet.

Em entrevista ao Portal Leo Dias, o profissional, que optou por manter o anonimato para sua segurança, relatou o cenário de violência que presenciou antes mesmo da tragédia com o animal: "Sou o porteiro que identificou os adolescentes fazendo arruaça no bairro da Praia Brava. Presenciei atos de vandalismo, ofensas e humilhações direcionadas a mim, com ataques pessoais que me marcaram profundamente", desabafou.

Apesar das retaliações sofridas por ter levado o caso adiante, ele reforçou que agiu por dever cívico: “Fiz apenas o que achei correto: alertei outros vigilantes para que todos ficassem atentos”, afirmou.

Relembre o caso

O cão Orelha foi localizado em estado gravíssimo na região da Praia Brava no início de janeiro. O animal apresentava múltiplos ferimentos decorrentes das agressões e, embora tenha recebido socorro especializado, não resistiu à gravidade das lesões, gerando uma forte mobilização social e pedidos de justiça por maus-tratos a animais na região.

Notícia anterior
Jornalistas que cobrem Elon Musk têm contas no Twitter suspensas
Próxima notícia
Suzane von Richthofen é nomeada inventariante de herança avaliada em R$ 5 milhões
upload\05052025043848.jpegupload\05052025044326.jpeg

Notícias relacionadas