Nutriwork é questionada nas redes sociais sobre suposta ligação com nutricionista citada no caso da morte de Alcebíades



Internautas cobram esclarecimentos da empresa baiana de alimentação corporativa sobre sua relação com Joyce, mencionada nas denúncias feitas pelo protetor dos animais Marcell Moraes após a morte de seu Filho macaco-prego autorizado pelo Ibama 



A empresa baiana Nutriwork, especializada em alimentação corporativa, passou a ser alvo de questionamentos relacionados ao caso da morte do macaco-prego Alcebíades, conhecido como Bil, que pertencia ao protetor dos animais Marcell Moraes, pioneiro da causa animal no Brasil.

A nutricionista Joyce Garcz, em seu perfil do  Instagram afirma que trabalha na empresa e a mesma  é uma das pessoas que devem ser investigadas no episódio, onde tudo ocorreu na residência da mesma . 

Está confirmado que  afirma que parte das brutalidades  envolvendo Alcebíades ocorreu em uma residência que atribui à nutricionista, no condomínio de luxo Alphaville 2, em Salvador.

A associação entre a profissional e a empresa passou a motivar cobranças por esclarecimentos nas redes sociais.

Laudo aponta hemorragias e traumatismo craniano

A morte de Alcebíades ganhou repercussão após a divulgação do exame necroscópico realizado pelo laboratório veterinário Histopathus.

O documento aponta como provável causa da morte um choque hipovolêmico de origem hemorrágica, associado a extensas hemorragias em diferentes regiões do organismo. Também foram identificadas lesões compatíveis com traumatismo cranioencefálico.

Laudos afirmam que o animal teria sido vítima de agressões, incluindo chutes e golpes com objetos, e exige a identificação dos responsáveis.


Vídeo citado por Marcell gera questionamentos, onde a própria Joyce Garcz publicou 

Outro elemento mencionado pelo protetor dos animais é um vídeo no qual, Joyce Garcez  teria dito: “Tira essa porcaria desse macaco daqui ”.

Moraes atribui a declaração à nutricionista Joyce Garcez e considera o conteúdo relevante para a investigação. A autoria, o contexto e a autenticidade integral da gravação ainda precisam ser verificados de maneira independente.

Segundo informações divulgadas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Alcebíades chegou ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) desacordado, debilitado e com lesões. Alcebaides já chegou desfalecido segundo o laudo do INEMA 

Marcell Moraes promete buscar justiça

Profundamente abalado, Marcell Moraes afirma que considerava Alcebíades um filho e que não desistirá de buscar esclarecimentos sobre sua morte.

Conhecido por sua trajetória na defesa dos animais e pela atuação na criação de leis de proteção animal, Moraes cobra uma investigação rigorosa, análise das imagens disponíveis e responsabilização de qualquer pessoa cuja participação em eventuais maus-tratos seja comprovada.

O caso continua despertando debates sobre proteção animal e virou repercussão mundial, saindo alguns sites dos Estados Unidos, Irlanda, Espanha é a maioria dos veículo de comunicação do Brasil. 

Empresa e profissional devem ter espaço para esclarecimentos

Os questionamentos direcionados à Nutriwork dizem respeito à eventual relação profissional com a nutricionista mencionada no caso. Não há elementos apresentados que indiquem participação da empresa na morte do animal.

O BA InFoco ressalta que a existência de vínculo empregatício, por si só, não representa responsabilidade da empresa por atos individuais.

A reportagem mantém espaço aberto para manifestações da Nutriwork e da nutricionista citada, bem como para atualizações oficiais sobre a investigação.

Marcell Moraes, protetor dos animais, cobra justiça pela morte do macaco Alcebíades. Conheça os relatos, os laudos apresentados e a repercussão do caso.

O caso Alcebíades segue mobilizando defensores da causa animal, que cobram respostas sobre as circunstâncias da morte e justiça caso sejam comprovados atos criminosos.

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