José Cardoso Andrade, conhecido como Zé Codó, morreu durante uma sessão de fisioterapia em Paripiranga, no interior da Bahia. O caso ocorreu na segunda-feira (21 de setembro de 2026) e tem gerado revolta entre familiares e amigos, que questionam os procedimentos adotados durante o atendimento.
Segundo relatos da família, Zé Codó sofreu uma queda de cavalo e fraturou vértebras do pescoço e da coluna. Ele foi encaminhado para Aracaju, onde passou por uma cirurgia, e retornou para casa na sexta-feira (18).
No domingo (20), ele apresentou mal-estar e recebeu atendimento médico. Conforme os familiares, eles foram informados de que estava tudo bem. Na segunda-feira (21), durante uma sessão de fisioterapia, Zé Codó morreu.
O fisioterapeuta responsável pelo atendimento era vinculado à Prefeitura de Paripiranga. A equipe de reportagem tentou entrar em contato para obter esclarecimentos sobre o caso, mas não obteve resposta até o momento.
A família questiona os procedimentos realizados durante o atendimento, entre eles a retirada do colar cervical e o posicionamento do paciente sentado, apesar da necessidade, segundo os relatos, de permanecer imobilizado durante a recuperação.
Outro ponto levantado pelos familiares é o uso de um aparelho de eletroestimulação muscular na região do joelho. O equipamento utiliza fios e eletrodos para enviar impulsos elétricos e estimular a contração muscular. Segundo a família, o aparelho teria sido utilizado apenas três dias após a cirurgia, embora a orientação recebida fosse de que o procedimento só deveria ocorrer após 30 dias.

Arivaldo, irmão de Zé Codó, estava presente no momento da morte e relatou que ele faleceu em seus braços. Familiares e amigos cobram esclarecimentos sobre os procedimentos adotados durante a fisioterapia e as circunstâncias da morte.

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