Cinco turistas italianos morreram durante uma expedição de mergulho em cavernas submarinas nas Maldivas. O caso aconteceu na quinta-feira (14) e está sendo tratado pelas autoridades locais como a pior tragédia de mergulho já registrada no arquipélago.
Segundo informações divulgadas pela imprensa italiana, o grupo desapareceu após entrar em uma área de cavernas no atol de Vaavu, região localizada ao sul da capital Malé.
Os mergulhadores exploravam uma caverna a cerca de 50 metros de profundidade quando deixaram de responder aos chamados feitos pela equipe da embarcação usada no passeio.
O alerta foi emitido depois que os turistas não retornaram à superfície no horário previsto.
Entre as vítimas estão a professora de biologia marinha Monica Montefalcone e a filha dela, Giorgia Sommacal. Também morreram o instrutor de mergulho Gianluca Benedetti, o pesquisador Federico Gualtieri e Muriel Oddenino.
As equipes de resgate enfrentaram dificuldades por causa da profundidade da caverna, do espaço apertado e das condições ruins do tempo.
Segundo autoridades locais, um dos corpos foi encontrado dentro da caverna submersa, enquanto os outros permaneciam presos no mesmo sistema de túneis.
Especialistas apontam que o acidente pode ter sido causado por desorientação, pânico, baixa visibilidade ou até problemas na mistura de gases usada nos cilindros de oxigênio. As causas oficiais das mortes ainda são investigadas.
A embaixada da Itália acompanha o caso e presta apoio às famílias das vítimas.
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