Ex-deputado Uldurico Júnior alega perseguição política após deixar base do governo estadual

O ex-deputado federal Uldurico Júnior afirmou estar sendo alvo de perseguição política por parte do governo do estado da Bahia após seu rompimento com a base governista, ligada ao MDB. Segundo ele, a situação se agravou após articulações conduzidas pelo secretário Adolfo Loyola, que, de acordo com o ex-parlamentar, teriam como objetivo desgastar sua imagem pública.

A declaração ocorre em meio a uma investigação que resultou em sua prisão preventiva. Uldurico Júnior é acusado de suposta participação em um esquema que envolveria a concessão de vantagens a detentos em troca de apoio político e votos. Ele nega todas as acusações.

Em sua defesa, o ex-deputado afirmou ser “totalmente inocente” e declarou confiar na Justiça para provar sua versão dos fatos. Ele também reforçou a tese de perseguição política, destacando que fazia parte da base do governo do governador Jerônimo Rodrigues até recentemente.

Segundo Uldurico, o rompimento com o grupo político ocorreu em um curto espaço de tempo cerca de uma semana e, logo após essa decisão, teriam sido iniciadas ações como buscas e apreensões. Ainda de acordo com ele, nada de irregular foi encontrado durante essas diligências.

A prisão preventiva, por sua vez, é classificada pelo ex-deputado como ilegal. Ele sustenta que a medida seria parte de um movimento político para enfraquecê-lo publicamente.

O caso segue em investigação, e as autoridades ainda não se pronunciaram oficialmente sobre as alegações de perseguição feitas pelo ex-parlamentar.

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