Presente no II Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa, realizado nesta quarta-feira (18), no Fórum Rui Barbosa, a presidente da Associação Comercial da Bahia, Isabela Suarez, ressaltou a importância do setor empresarial na promoção de uma sociedade mais justa e equilibrada.
Durante o evento, a gestora destacou a relevância da justiça restaurativa como ferramenta para resolução de conflitos, defendendo o fortalecimento do diálogo, da escuta ativa e da participação de diferentes setores da sociedade — incluindo o empresariado.
“A via da conciliação, primeiramente, quer assegurar um novo olhar lançado sobre a justiça, sobre a solução de conflitos, o convite ao diálogo, ao fortalecimento da escuta e, no caso, da participação do setor empresarial, aqui representada pela Associação Comercial da Bahia hoje, significa sempre um passo em construção da boa cidadania”, afirmou.
Isabela Suarez também enfatizou que o papel das instituições empresariais vai além das questões econômicas, devendo estar alinhado a valores sociais e ao desenvolvimento coletivo. Segundo ela, crescimento econômico e progresso social precisam caminhar juntos.
“Porque as instituições empresariais cada vez mais precisam colaborar para a construção de uma sociedade mais justa, porque uma sociedade mais justa impacta no ambiente de negócios, e ao impactar no ambiente de negócios, todos nós ganhamos. Não há o que se fala mais em desenvolvimento econômico puramente, é um desenvolvimento econômico que precisa vir acompanhado do desenvolvimento social”, destacou.
A presidente da ACB ainda chamou atenção para o protagonismo da Bahia ao sediar o encontro, reforçando o papel do estado em discussões contemporâneas sobre justiça e cidadania.
“Participar hoje do segundo encontro significa que a Bahia mais uma vez protagoniza discussões na vanguarda da justiça. A nossa participação também representa uma inovação, já que o setor empresarial, capitaneado pela Associação Comercial da Bahia, demonstra cada vez mais preocupação com a construção de uma consciência cidadã”, concluiu.
O evento reuniu lideranças e especialistas para debater práticas de justiça restaurativa e sua aplicação na sociedade, evidenciando a importância da união entre diferentes setores para a construção de soluções mais humanas e eficazes.
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