A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou nesta quinta-feira, (8) um pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando autorização para que Bolsonaro possa receber assistência religiosa regular enquanto cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília.
Ainda na solicitação a defesa de Jair Bolsonaro inclui um pedido para acesso a uma "Smart TV" na cela, segundo o documento o objetivo é que o ex-Capitão consiga acompanhar canais de notícias.
No documento encaminhado ao STF, os advogados de Bolsonaro argumentam que a liberdade religiosa é um direito fundamental garantido pela Constituição e pela Lei de Execução Penal, assegurado a todas as pessoas, inclusive aquelas sob custódia do Estado. Segundo a defesa, Bolsonaro recebia acompanhamento espiritual semanal durante o período em que esteve em prisão domiciliar, sem qualquer incidente, e a mudança para o regime fechado tornou inviável a continuidade desse suporte religioso.
Os advogados indicaram dois líderes religiosos para prestar a assistência espiritual: o bispo Robson Lemos Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra, e o pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni. A petição ressalta que as visitas seriam realizadas de forma individual e supervisionada, sem interferir na rotina da unidade ou representar risco à segurança do estabelecimento.
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